
Trabalhar
como bailarina nos Emirados Árabes é
uma experiência inesquecível. Para
o meio artístico brasileiro, é uma
chance de ter seu trabalho valorizado, tratado
com seriedade e admiração. Até
hoje, após três anos de retorno de
uma longa temporada por Dubai, Abu Dhabi e Ras
Al Khaimah, sou carinhosamente reconhecida pelo
público e por bailarinas brasileiras.
Quem
quer construir sua carreira internacional deve
ter garra parra aprimorar sua técnica e
cuidar muito da aparência, pois como aqui,
o mercado é bastante competitivo. Naturalmente
nos diferenciamos das outras, nosso nível
técnico e estético é superior
e muito apreciado lá fora, sem falsa modéstia!
Outro
lado que pesa muito é o emocional. Ficar
longe da família, amigos... Dá uma
vontade de chorar, uma saudade! Mas existe a oportunidade
de fazer amizades novas, conhecer pessoas de diversas
nações, aprimorar o inglês,
aprender outras línguas, malhar, passear,
mergulhar em outras culturas no tempo livre. Enfim,
dá pra driblar a tristeza, é só
querer!
Voltei
para o Brasil com a sensação do
dever cumprido e iniciei novos projetos de vida,
mas sem me afastar da dança, minha paixão,
e me apresento em alguns eventos especiais, sempre
levando a alegria e a beleza dessa arte que tanto
encanta o mundo. Dou total apoio às jovens
que querem, como eu, realizar-se como profissionais
nos países árabes. Torço
por elas e pelo sucesso das que já brilham
por lá, pois sei que estarão sempre
em ótimas mãos.
A
Bellydance® parabeniza Anna Maya, pelo seu
trabalho excelente nos Emirados.




