Dirigimos-nos ao aeroporto doméstico do Cairo para nosso próximo destino: Aswan.

Desde o princípio o que permitiu o florescimento da cultura e sociedade egípcia foi sua íntima relação com o Nilo. Graças as suas águas, a agricultura se tornou possível no meio do deserto. Ainda hoje é assim. Se não fosse o Nilo não haveria agricultura no Egito ate os dias de hoje. A grande barreira de Aswan foi a maneira que os egípcios modernos encontraram para domar o grande Nilo.

Visitamos também as minas de granito de Aswan, podendo se ver o gigantesco bloco monolítico de um obelisco inacabado.

Após esses passeios, fomos guiados até o navio no qual ficaríamos alguns dias subindo o Nilo.

Nosso navio, M/S Nile, era super luxuoso!!! Puro conforto, comida deliciosa, atendimento de primeira, com uma piscina maravilhosa no último andar com uma vista panorâmica do Nilo.

Após o almoço, fizemos um passeio de feluca, uma espécie de escuna. A paisagem a bordo da feluca no rio Nilo era maravilhosa. Vimos várias felucas, fora a paisagem ao horizonte que era de ficar de queixo caído.

No passeio, vimos a ilha Elefantina, nomeada assim pela presença de grandes pedras de granito cinza no formato de elefantes se banhando.

Na outra extremidade do rio Nilo, pudemos visualizar no meio do deserto, o mausoléu de Muhammad Shah Aga Khan III, um líder espiritual muito rico em sua época. Seu mausoléu foi construído sob ordens de sua esposa Begum Aga Khan. Quando esta faleceu foi enterrada ao seu lado.

Na parte central da ilha Elefantina, encontramos duas vilas núbias. Em uma segunda parte do passeio de feluca, fizemos uma parada à beira do rio Nilo para um mergulho.

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